domingo, 14 de outubro de 2012

O Conselho Federal de Psicologia e o Ministério da (des)Educação


O novo convênio firmado entre o MEC e o CFP para refazer o kit erótico-gay não surpreende ninguém. Quem define a agenda do CFP, há muito tempo, são as fundações miltibilionárias como a Ford, Rockefeller, MacArthur, todas imbuídas de um projeto de engenharia social em escala planetária. A ideologia gayzista (assim como a ideologia de gênero, o abortismo, a eutanásia, o feminismo, o narco-hedonismo, o cotismo, etc) faz parte da plataforma biopolítica do novo poder global. Não vamos esquecer do Instituto Patrícia Galvão, uma miríade de associações com representação "fake" e ONGs financiadas com farta verba pública pelo governo petista. Essas entidades funcionam numa rede altamente articulada como "grupos de pressão" para impor as idiossincrasias de uma minoria a todo resto da população. Tais entidades formam aquilo que, em termos gramscianos, chama-se "sociedade civil organizada". Muitas pessoas estão convictas de que isso representa a expressão máxima da democracia, mas na verdade não passa de uma espécie de lobby político revolucionário, que muitas vezes atua de forma clandestina, e não conhece limites éticos ou legais para impor suas ideologias. Se preciso for, usam até a intimidação física e moral.
Como se sabe, os psicólogos, individualmente,  estão proibidos de "induzir convicções políticas, ideológicas ou de orientação sexual", conforme preconiza o código de ética da profissão. Mas o CFP pode, é claro. O CFP está acima do bem e do mal. O CFP fiscaliza e disciplina os profissionais, mas ele próprio não é minimanente fiscalizado. A autarquia foi aparelhada por ativistas e vive numa indisciplina institucional que não se submete às leis e é usada como instrumento político para beneficiar e promover determinados seguimentos, enquanto se vale do poder estatal para perseguir com ferocidade aqueles que se recusam a um alinhamento ideológico forçado. E a gente se pergunta: quem vai fiscalizar esse fiscal?
 Vale lembrar que o "kit erótico-gay" que, no passado, ganhou a chancela do CFP é aquele que afirma, entre outras coisas, que a bissexualidade é boa porque - vejam vocês - dobra as chances de encontrar um parceiro para o final de semana. Essa bizarrice ganhou selo de qualidade do CFP. Se isso não for proselitismo de orientação sexual...

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